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Desequilíbrio Muscular e Postura Corporal

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Nosso corpo possui 639 músculos aproximadamente. O sistema muscular é responsável por gerar movimentos mas também de dar suporte e estabilidade para as articulações. Todo músculo deve possuir força e flexibilidade suficientes para realizar tarefas do dia-a-dia (função fisiológica). Quando uma ou ambas dessas capacidades não estão “normais” (encurtado e/ou fraco), ocorre um desequilíbrio no sistema muscular, acarretando em dores, sobrecarga tendínea, inflamações etc. Por isso, estimular os músculos alongando e fortalecendo mesmo que seja poucos minutos diariamente ( de 15 a 30 minutos) se torna um grande aliado na prevenção da doenças ocupacionais (LER e DORT). A posição sentada exerce uma força 35% maior sobre as estruturas da coluna do que na posição de pé, ou seja, permanecer um longo periodo sentado e ainda incorretamente desenvolve disfunções muitas vezes irreversíveis. (computador, video game, assistir tv, etc.) Em crianças, essas consequências são ainda mais graves, pois algumas...
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O peso fetal e a obesidade Estudos atuais demonstram que o peso ao nascer é um fator determinante tanto para a obesidade infantil, como para se perpetuar a obesidade na idade adulta. Sabe-se que o peso materno e as características alimentares da mãe durante a gestação podem influenciar diretamente no crescimento e no peso do feto. Mulheres obesas com histórico de diabetes na família, normalmente desenvolvem o diabetes gestacional oferecendo ao feto, pela via placentária, uma alta carga glicêmica (altas taxas de açúcar), especialmente nos últimos meses de gestação. Esta oferta excessiva de nutrientes causa um exagero no crescimento e determina um alto peso ao nascer (peso maior ou igual a 4kg). Esses recém-nascidos considerados grandes para a idade gestacional apresentam um maior risco para obesidade, diabetes do tipo 2, e doenças cardiovasculares no transcorrer da vida. Por outro lado, para fetos sofridos com a desnutrição intra-uterina, e que nascem pequeno...
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Mulher de tempos hormonais Quando nasce, pérola pequena, uma pequena mulher com óvulos quiescentes, prontos, mas para germinarem um dia, lindos frutos, lindas flores. O tempo passa, a primeira infância acontece, a primeira escola, a fase de latência, onde ainda a sexualidade adormece, abriga a futura púbere. E na puberdade, a dor das mamas, os pelos emergentes em locais proibidos, escondidos. A primeira menstruação vem sem aviso, o primeiro óvulo a eclodir e já pronto para fecundar, porém, quem dera, e sempre, num momento oportuno! As transformações do corpo e as mudanças hormonais da gestação, do pós-parto... alterações que vão pra lá do mal humor, da baixa libido, da TPM! Quantas histórias! E depois, a menopausa, calorões, fogachos... outra depressão? Como se já não fora suficiente a depressão pós-parto? E na terceira idade, os hormônios se esvaecem, todos os órgãos sentem, a osteoporose aparece, a curvatura dos ossos a arqueia. Mas ela continua ávida, lânguida, per...
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Mulher “Nas duas faces de Eva, a bela e a fera...”. Essas são as palavras de uma mulher polêmica, diferente, como são todas as outras, cada uma com as suas essências e peculiaridades. Percebemos uma enormidade de situações e problemas aos quais as mulheres enfrentam ou se submetem no dia a dia. Assumem diversas faces. Polêmicas surgem ainda sobre o que não pode ser mostrado, a face, no oriente, frente ao corpo, muitas vezes explícito, no ocidente. Partes femininas são ditadas, como se devessem ser fragmentadas em diferentes partes do mundo. Difícil coalizão. “Mulher é bicho esquisito... todo mês sangra...”, tem TPM! Mas na dor da fibromialgia, ou na depressão, na volúpia de políticas ou de grandes empresárias, mostra que, “...nem só de cama vive a mulher...”. Muitas vezes esconde aquele ser frágil, fragilizado, apesar de toda a sua independência, prestígio ou “catiguria”. A mulher carece sim de muita compreensão e amor. Na queima dos soutiens em praças públi...
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“Barbierização da Humanidade" No mundo de hoje, culotes, coxas grossas, sensação de barriguinha, peitos pequenos...viraram sinais de melancolia, desconforto, decepção. Parecem problemas eternos para uma vida que só existe enquanto este corpo durar. Por isso, essa busca incessante em atenuar a dor, normalmente psíquica, através de cirurgias plásticas, endermologia, mesoterapias, “fornos” para bronzeamento, artifícios para o cabelo e “cremes mil” para retardar o envelhecimento! A Barbie seria uma boneca mimada, fora da realidade, que voa como a bailarina, leve como a pluma, beirando a estratosfera, no céu. Embora, do céu, volte para a terra ainda leve como a pluma, ela tem que tomar cuidado com a fragilidade do seu corpo, para não fraturar seus ossos, pois estes se tornaram osteoporóticos e sua musculatura esvaecida com a sua anorexia. Tomara que ela “caia por terra” sim, mas “caindo na real”, que ela se programe para evitar danos maiores para si mesma, evitando assim, a chegada ao ...
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O sono e a Obesidade Estudos recentes tem demonstrando que a insônia pode levar a obesidade devido a vários fatores hormonais. Uma noite mal dormida pode aumentar um hormônio no trato digestivo chamado grelina, capaz de aumentar o apetite. Além disso, colabora por dificultar ainda mais a ação de um outro hormônio, a leptina, que produzida no tecido gorduroso seria a responsável por induzir à saciedade (sensação de satisfação alimentar). O estresse crônico repetitivo da insônia pode elevar também um outro hormônio, o cortisol, responsável pela formação e perpetuação da obesidade abdominal, aquela que induz a um maior risco para hipertensão arterial, diabetes, colesterol e triglicérides elevados, podendo fazer culminar com infartos e derrames. Quando acordamos cansados, o dia também pode render menos, o estado de humor alterar e sermos induzidos a comportamentos compensatórios com agitação psíquica, como comer além da medida. A insônia ainda pode piorar distúrbios do comer compulsivo, es...
Desejo de açúcar O desejo de comer doces, ou beber café ou suco com açúcar e refrigerantes, pode estar relacionado a um aprendizado desde o útero materno, no contato do feto com a placenta (sangue da mãe). As mamães, especialmente as mais antigas e acima do peso normal, aprendiam desde cedo na gestação a ingerir açúcar quando sentissem tremedeiras, tonturas, suor frio ou uma sensação de desmaio, associado ou não a uma fome excessiva – hoje se sabe estes sintomas serem os da crise de hipoglicemia, ou do “açúcar baixo no sangue”. Existia uma recomendação médica inadequada para aquela época para se ingerir açúcar diante de tais crises, era o que se sabia. É que quanto mais açúcar se comia, mais açúcar se queria devido à alta produção de insulina necessária para abaixar no sangue a grande quantidade de açúcar ingerido. A insulina em excesso fazia então, abaixar novamente e demasiadamente a taxa de açúcar, causando ainda maior voracidade para os doces. Uma orientação adequad...