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Porque devemos evitar os docês?   Alimentamo-nos de carboidratos doces ou salgados. Os alimentos doces, já são ricos em açúcar por natureza e são absorvidos rapidamente, já pela mucosa da boca. Os de sal, por sua vez, depois de digeridos no estômago é que se transformarão em micro-partículas chamadas glicose e serão absorvidos pelo intestino. Por isto estes últimos são melhores para a saúde.             Os alimentos de sal que se transformam em glicose no sangue são: arroz, feijão, milho, vários grãos e cereais, batata, mandioca. A absorção destes alimentos podem se tornar mais lentificada ainda, quando associamos fibras na forma de legumes e verduras nas refeições principais, ou ingerimos pães e arroz integrais, ao invés do pães e arroz “brancos”. As fibras não só lentificam a absorção, mas também eliminam pelas fezes parte dos carboidratos ingeridos por acelerarem a evacuação. Isto faz que o pâncreas órgão produtor ...

Eu tenho hipoglicemia. Como isto acontece?

O termo hipoglicemia quer dizer: “hipo”, baixo ou pouco; “glicemia”, dosagem de glicose (açúcar) no sangue. Mas de onde vem esta glicose, também chamada glicemia de jejum que dosamos no laboratório ou medimos nos ‘aparelhinhos de diabete’? Para melhor compreendermos o mecanismo da hipoglicemia pensemos nos carboidratos que ingerimos normalmente, os alimentos doces ou salgados: Os alimentos doces, sem dúvida alguma, já são ricos em açúcar por natureza e começam a ser absorvidos já na mucosa oral. Os de sal, por sua vez, depois de digeridos, se transformarão em micro-partículas na forma de glicose, e serão absorvidos só lá no tubo digestivo. Estes últimos terão uma absorção mais saudável para o metabolismo, não causando picos de hiperglicemia (açucar elevado no sangue) trazendo assim uma menor predisposição ao diabete. Os alimentos de sal que se transformam em glicose mais lentamente no sangue são o arroz, feijão, milho e outros grãos e cereais, os ditos carboidratos complexos. Eles leva...
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Principais fases da vida para ganho de peso Os estudos demonstram que o habito alimentar materno, lá no intra-útero, já começa a influenciar tanto no crescimento como no peso fetal e pode determinar características futuras do peso desde a primeira infância até a idade adulta. Por exemplo, filhos de mães diabéticas podem nascer grandes (maior ou igual a 4,0kg) ou pequenos demais (menor ou igual a 2,5kg) para a idade gestacional, mostrando o quanto receberam de excesso, ou falta de nutrientes durante a gestação. Estes recém-nascidos, seja pela desnutrição, ou pela “supernutricao”, serão futuros candidatos a obesidade “em maçã” ou abdominal (aquela que traz também um elevado risco para o diabetes e as doenças cardiovasculares) devido ao aprendizado que devem armazenar os alimentos. A maioria das mulheres obesas começam a ganhar peso após a adolescência, casamento, gestação e menopausa. O uso de alguns anti-concepcionais parecem favorecer a obesidade. Na menopausa pode ocorrer um maior acú...

A polêmica da sibutramina

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A sibutramina é classificada como uma medicação serotoninérgica para o tratamento da obesidade, aumentando a saciedade, "aquela sensação de que já comi, está bom, estou satisfeito" reduzindo a compulsão alimentar especialmente em pacientes obesos depressivos ou ansiosos e ainda reduzindo um pouco a fome (devido a um componente noradrenérgico), além de aumentar a queima calórica. Seu uso iniciou-se a mais ou menos há 10 anos e ela sempre foi considerada uma medicação segura e com ótimos resultados a longo prazo reduzindo e não aumentando as doenças cardiovasculares e outras complicações da obesidade, apesar de alguns cuidados para o seu uso: Deve se escolher bem e de forma responsável o paciente que pode utilizá-la. Pacientes cardíacos e hipertensos, à priori teem contra-indicação. É obvio que o emagrecimento reduz a hipertensão arterial e risco de cardiopatia, mas esses doentes devem ser bem triados e acompanhados. O estudo atual que trouxe a proibição do uso da sibutramina n...
Se eu emagrecer, resolve! Na verdade, apesar dos estudos sugerirem que a depressão aparece após a obesidade, dúvidas são freqüentes. Há quem refira o estado emocional rebaixado estar extremamente relacionado ao ganho de peso. Mas o fato é que a maioria das pessoas ao chegarem no consultório sentem-se deprimidas, com a auto-estima lá em baixo, e na maior parte das vezes só se dão conta deste sentimento ao tentarem vestir uma roupa que já não lhes cabe mais. Ou quando vão a uma loja e nenhuma roupa lhes serve. Quando a angústia aparece desta forma, todos teem só uma única certeza: se eu emagrecer tudo melhora, minha relação com o marido, minha vontade de sair de casa, a auto-estima volta ao normal. Na cirurgia da obesidade também esta queixa é comum. Pacientes depois que emagrecem, conseguem mais falar de si, e também apresentam maior facilidade em aderir às dietas prescritas por nutricionistas, alguns passam a aderir às atividades físicas e até aquirem uma vontade incontrolável, que pod...

A síndrome do Bussunda

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Lendo o livro “Bussunda: a vida do casseta”, do jornalista Guilherme Fiuza, me deparei com a dificuldade em lidar com as nossas fraquezas, apesar do imenso do poder de criação, carisma ou intelectualidade que o ser humano possa ter. Bussunda tentou do jeito que pode aliviar os seus problemas de saúde e seguir as recomendações do seu médico, porém sem nenhum resultado efetivo. Ele deveria ter uma grande dificuldade em lidar com limites que o seu corpo impunha, não tendo se dado conta, por exemplo, do risco que era ser um jogador de futebol dos finais de semana. Talvez ele pudesse ter se livrado da gordura ao comer, como um alcoólatra faz quando pára de beber. Numa passagem tensa do livro demonstra-se uma reação áspera de Bussunda em direção a um colega de trabalho, sobre a tentativa dele não mais ingerir gordura (Alemanha, copa do mundo de 2006): ele esfregou um copo de choop gelado no nariz do colega que tinha parado de beber. Bussunda tornou-se portador da síndrome metabólica, onde oc...

DIABESIDADE

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O diabetes vem assumindo uma proporção epidêmica na população adulta. Em parte isto ocorre por vivermos mais tempo e por esta se tratar de uma doença degenerativa. O seu risco de aparecimento aumenta com o avançar da idade e também em conseqüência da obesidade que se transformou numa epidemia mundial. A relação entre o diabetes do tipo 2 e a obesidade hoje é tão estreita que criou-se um termo que bem os define: Diabesidade. Os dois tipos mais importantes de diabetes são o tipo 1 e o tipo 2, sendo o tipo 2 responsável por aproximadamente 80% dos casos da doença, principalmente nos adultos. Com o aumento da obesidade infantil as crianças passaram a ter também o diabetes tipo 2 e não mais somente o diabetes tipo 1, como se observava antigamente. As pessoas que apresentam maior risco de se tornarem diabéticas são as adultas, com obesidade associada ao sedentarismo, especialmente nos casos de obesidade abdominal ou visceral (ou “obesidade em maçã”). As mulheres nas quais tiveram em seus par...