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Diabetes: Como saber se tenho predisposição?

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Diabetes: Como saber se tenho predisposição? Levando-se em consideração que o diabetes é uma doença crônica e pode determinar diversas complicações à saúde, o medo e o preconceito invadem o consultório médico diante da possibilidade do diagnóstico. Ao término da consulta, cabe ao paciente se vai valorizar a informação oferecida pelo médico, ou não, especialmente quando se trata de um “pré-diabetes”, onde os sintomas da doença ainda não imperam, porém, segundo muitos estudos, as complicações crônicas da doença já podem ganhar tempo para se desenvolverem, a partir daí, e o paciente deixa de ganhar tempo para proteger-se contra estas complicações caso não aceite a possibilidade doença, desde cedo. O diagnóstico da doença já pode ser perceptível mesmo antes da glicemia estar acima de cem. Muitos pacientes, no pré-diabetes teem a glicemia de jejum baixa, abaixo de setenta, porém a glicemia após as refeições já pode ultrapassar o valor de cento e quarenta. É que a obesidade, especialm...

Desafios na obesidade

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Fácil pensar o quanto se ganha de peso num curto período de tempo. Difícil é se programar para a grande escalada de perda de peso num prazo estimado de tempo. Vários fatores interferirão nesse processo como consciência do estado geral do indivíduo (sobre o seu corpo), disponibilidade psíquica para o evento. Determinação para enfrentar todas as mudanças devidas não só para o espaço de tempo programado para a perda de peso, mas também para a manutenção do peso perdido. O que se deve fazer e pensar? Cada coisa no seu tempo! Primeiro: quem decidiu sobre a necessidade de perder peso? Foi encaminhamento de algum médico? Segundo: quem empurrou o indivíduo para a consulta, foi o conjuguê? Terceiro: perder peso para quê? Tem-se uma definição sobre a importância ou desejo do tratamento? Pacientes geralmente veem de forma programada: preciso perder peso devido a minha saúde, não só por estética! Ou: meus exames vieram alterados; estou com gordura no fígado... Várias explicações sã...

Diabetes: Como saber se tenho predisposição?

Diabetes: Como saber se tenho predisposição? Levando-se em consideração que o diabetes é uma doença crônica e pode determinar diversas complicações à saúde, o medo e o preconceito invadem o consultório médico diante da possibilidade do diagnóstico. Ao término da consulta, cabe ao paciente se vai valorizar a informação oferecida pelo médico, ou não, especialmente quando se trata de um “pré-diabetes”, onde os sintomas da doença ainda não imperam, porém, segundo muitos estudos, as complicações crônicas da doença já podem ganhar tempo para se desenvolverem, a partir daí, e o paciente deixa de ganhar tempo para proteger-se contra estas complicações caso não aceite a possibilidade doença, desde cedo. O diagnóstico da doença já pode ser perceptível mesmo antes da glicemia estar acima de cem. Muitos pacientes, no pré-diabetes tem a glicemia de jejum baixa, abaixo de setenta, porém a glicemia após as refeições já pode ultrapassar o valor de cento e quarenta. É que a obesidade, especialmente...

Fraturas e Osteoporose

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Fraturas e Osteoporose                 A Osteoporose é uma doença de rarefação óssea onde ocorre perda acentuada do osso de forma progressiva. Na mulher essa perda se dá rapidamente e especialmente após os primeiros 5 anos de menopausa e no homem ocorre normalmente após os 70 anos de idade pela deficiência de vitamina D3 e ingesta de cálcio. O paciente portador de osteoporose tem maior risco de doenças e morte devido às fraturas ósseas que podem ocorrer na terceira idade.                 As fraturas minúsculas e progressivas na coluna (vértebras) são as mais comuns e podem ocorrer por uma queda da própria altura ou movimentos que forcem demais a coluna.  Essas pequenas fraturas que não aparecem no raio x não dão sintomas na hora, porém vão causando deformidades e causando cifose (corcunda na coluna, aprofunadamento da coluna...

Retinopatia diabética

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O termo retinopatia se refere a doença na retina – parte do olho responsável pela formação das imagens que enxergamos. Devido às alterações nos vasos sanguíneos ocorridas após alguns de diabetes mal controlado é que ap arecem os primeiros sinais de lesões na retina. A retinopatia diabética é a principal causa de cegueira em diversos países e a cegueira é 25 vezes mais fácil de ocorrer num diabético do que numa pessoa normal. Existem vários tipos de diabetes e entre eles os mais comuns são o tipo 1 e o tipo 2.  O tipo 1 é aquele da infância e juventude e torna o indivíduo insulino-dependente desde o início da doença. Nesse tipo de diabetes a falta de insulina pode levar ao coma e morte rapidamente caso a glicemia não seja controlada pela insulina. 35% dos diabéticos do tipo 1 já apresentam algum grau de retinopatia após os primeiros 5 anos de doença. O diabetes tipo 2 ocorre mais na idade adulta e está muito associado à obesidade abdominal e à genética familiar. A maiori...

Excesso de insulina

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Excesso de insulina se manifesta com obesidade, acantosis nigricans, estrias violáceas, inapetência no início do dia, alterações do humor, suor excessivo na madrugada e necessidade extrema de carboidratos em alguns horários do dia. A importância disso se resume no aumento do risco cardiovascular devido ao aumento do colesterol, hipertensão arterial e diabetes. A obesidade, especialmente a abdominal é fácil de se observar, mas não se imagina o quanto ela é interna nas vísceras, fígado, aumentando o colesterol. A acantosis nigricans se resume em espessamentos escuros de tonalidade marrom na pele, especialmente nas pregas da região de traz do pescoço, das virilhas, das axilas, nas pregas dos dedos das mãos e algumas nuvens escuras em volta da pele da boca, dos olhos e nas pregas da pele da testa. Quem não se lembra do Tim Maia e da sua pele mais escura aos redor dos olhos? Ele era obeso (tinha muita gordura abdominal) e com os anos desenvolveu diabetes. A inapetência do início ...

Quem deve tratar o doente obeso

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A obesidade é uma doença multifatorial e sempre está associada a uma lista enorme de preconceitos tanto por parte de quem se trata (o paciente obeso), como de quem a trata (o médico). A Endocrinologia (e metabologia) é a especialidade responsável pelo tratamento da obesidade, assim como a cardiologia é a principal responsável pelas doenças do coração. É a Endocrinologia que a estuda profunda e cientificamente. Não se deve simplificar o ser obeso com aquela velha idéia de que só fica obeso quem quer, ou porque se é um glutão e de que basta se fechar a boca para tudo se resolver. Não é assim. Torna-se fácil simplificar uma doença para quem não pode aceitar o desafio de melhor tratá-la tendo em vista o comprometimento não só da saúde física, mas também da saúde psíquica, social e afetiva. A obesidade abrange um número acentuado de causas. O Endocrinologista é o melhor perito para investigá-la, relacionando suas causas às suas possíveis complicações metabólicas. A visão de t...